As festas de final de ano terminaram, mas a vida continua e como no início de cada ano é interessante para renovarmos votos, rever metas, parar, descansar, se cuidar, começar novos projetos, e por aí afora, é de bom tom, inclusive, olhar para a saúde e "contribuir" no sentido de não cometer exageros e preservá-la. Veja que interessante este alerta colocado na porta de um espaço terapêutico. Recebi de minha amiga e psicóloga, Márcia Lilla.
Casa arrumada é assim: um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz. Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um cenário de novela. Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas. Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo: aqui tem vida
Ela é considerada uma das maiores líderes no ensino prático da Bíblia no mundo e é renomada autora de bestsellers pelo New York Times. É autora de mais de 80 livros e conduz cerca de 15 conferências por ano em várias partes do planeta. Até hoje, mais de 12 milhões de seus livros foram distribuídos mundialmente, além de milhões de cópias vendidas. Seu nome? Joyce Meyer.
Final de ano é período de festas, comemoração e alegria, certo? A resposta pode ser sim para a maioria das pessoas, mas existem muitas outras que sentem um peso emocional maior quando chega o mês de dezembro. Um sintoma claro dessa situação é o aumento médio de 20% da procura pelo apoio do CVV (Centro de Valorização da Vida) no final do ano. “Tem gente que se sente frustrado pelo que não conseguiu realizar durante o ano,
Li em algum lugar que James Creelman numa de suas cartas, descreve sua viagem através dos estados dos Balcãs à procura de Natalie, a rainha exilada da Sérbia. "Nessa memorável viagem", diz ele, "fiquei sabendo que o suprimento de essência de rosas para o mundo vem das montanhas dos Balcãs. E o que mais me interessou", continua ele, "é que as rosas precisam ser colhidas nas horas mais escuras".